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La generación que se mudó a internet

David Cuen, BBC Mundo

_44519296_computer3.jpg Los adolescentes británicos están creciendo prácticamente conectados a internet, asegura un informe del Instituto de Investigación de Políticas Públicas del Reino Unido (IPPR, por sus siglas en inglés), que será publicado en abril. Según el informe, los jóvenes de 13 a 18 años de edad pasan más de 20 horas a la semana en internet, en comparación con las seis horas que se mantenían conectados hace un año. ¿Dónde pasan tanto tiempo? En sitios de redes sociales como Facebook, Bebo, Hi5 o MySpace, páginas de internet donde intercambian mensajes ycontenido con otros amigos.

” Mi mamá a veces me pregunta: ‘¿Es seguro lo que haces?’, pero la verdad es que no tiene ideaJoven de 16 años“No tienen ni idea” El estudio “Detrás de la pantalla: la vida oculta de los jóvenes” destaca que los padres no tienen conocimiento de lo que hacen sus hijos en la red. Para conocer lea aquí.

Educom.Radio: incidencia en la educación brasilera

big_1528t.gifO Projeto Educom.rádio nasceu em 2001 de um contrato entre a Secretaria de Educação da Prefeitura de São Paulo e o NCE - Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), visando atender a um dos objetivos do Projeto Vida que é o de construir, nas escolas públicas, um ambiente favorável às manifestações da cultura de paz e à colaboração mútua entre os membros da comunidade educativa, combatendo, desta forma, as manifestações da violência, tanto física quanto simbólica.  Para tanto, o NCE trabalha com a linguagem radiofônica, envolvendo professores, alunos e membros da comunidade educativa. O projeto destina-se, pois, a capacitar alunos e professores do ensino fundamental para o uso de práticas de educomunicação através do uso do rádio.

Incidiendo en la educación:

El proyecto Educom-Radio, desarrollado por el Núcleo de Comunicación y Educación de la Escuela de Comunicación y Artes de la Universidad de São Paulo (ECA/USP), se volvió ley municipal en la ciudad de São Paulo. De acuerdo con la nueva ley, le cabrá al poder municipal crear programas para “desarrollar y articular prácticas de educomunicación, incluyendo la radiodifusión restringida, la radiodifusión comunitaria, así como toda forma de vehiculación mediática, de acuerdo con la legislación vigente, en el ámbito de la administración municipal.”

Y eso no es todo. El documento afirma que le cabrá al municipio “incentivar actividades de radio y televisión comunitaria en equipos públicos. ” El gobierno todavía deberá “capacitar, en actividades de educomunicación, a los dirigentes y coordinadores de escuelas y equipos de cultura del Municipio.”

Para conocer más del proyecto visita Educom.Radio.

Chulpicine para niños y adolescentes

MonoChulpicine existe hace 5 años. Chulpi quiere decir en Kichwa pequeño, cine para pequeños. En estos años el proyecto ha buscado mostrar cine y llegar a espacios no convencionales, la intención profunda ha sido llevar cine a los barrios o casas comunales donde no han tenido acceso a una pantalla más grande que la del televisor.

Chulpicine pone el énfasis en la búsqueda de un espacio de programaciones de muy buena calidad, que han sido premiadas en festivales internacionales infantiles, pero que en muchos casos no son rentables. Las pelis se llevan a los barrios de forma gratuita para que los niños vean cine”.

Con este trabajo Chulpicine espera:

1. Generar espacios de encuentro e integración barrial comunitaria, a través de manifestaciones culturales, artísticas y educativas.

2. Ofrecer a niños, niñas, jóvenes y sus familias, una propuesta audiovisual alternativa y de calidad, en especial a aquellos/as con escaso acceso a actividades culturales.

Chulpicine promueve una experiencia donde los niños sean espectadores críticos desde pequeños y no cuando crezcan y se encuentren con el cine. La apuesta es crear espectadores críticos desde niños, a través de películas infantiles no convencionales, no comerciales.

Si quieres saber más visita Chulpicine.

Tenho motivos para chamar sua atenção

633731.jpgPor Fernando Mozart Baumworcel

Vivemos em uma sociedade prenhe de informação, conhecimento e consumo, na qual nossa atenção é avidamente disputada. As atrações da mídia empreendem uma intensa competição pelo interesse do consumidor potencial, utilizando recursos poderosos e diversificados para mobilizar sensações, corações e mentes.

Estamos imersos num mundo que precisa chamar nossa atenção de qualquer maneira, o tempo todo, direcionando nosso olhar, envolvendo-nos, persuadindo-nos. E faz isso, cada vez mais, com apelo à ludicidade. As linguagens midiáticas (com destaque para a publicidade) mobilizam com competência a demanda humana pelo lúdico, para nos atrair “voluntariamente” a consumir. E – sempre é bom lembrar – consumismo “come” criancinhas, mas não só.

Nesse mundo cheio de “psius” criativos e sedutores, como reagem as crianças ao “convite” a participar não pela conquista da atenção, mas pela obrigação? Afinal, qual é o sentido mais corriqueiro da expressão “chamar a atenção” na família e na escola?

Evidentemente, família e escola podem modificar seus modos de “chamar a atenção” sem necessariamente se transformarem em um circo eletrônico, ou uma agência de propaganda. Inspirar-se no bom lado lúdico e interativo da mídia não é nada mal, claro, mas as fontes principais de inspiração já estão disponíveis nos seus próprios territórios: as crianças e adolescentes, com suas inclinações “gravitacionais” rumo ao mundo da brincadeira.

Todo el artículo aquí.

Aprendizagem e cibercultura

*Maria Pereira

  

É possível que muitos professores estejam se deparando com uma realidade aparentemente contraditória: como é que pode aquele aluno com dificuldades de aprendizagem em sala de aula e com uma redação tão ruim acessar um computador em uma lan house para se comunicar com fluência com grupos de amigos “virtuais” em sites de relacionamento? Quem sabe a orientação para enfrentar tantos desafios não esteja muito próxima, ao lado, como na idéia de que as pessoas aprendem umas com as outras, em comunhão, como defendido na vida e obra do educador brasileiro Paulo Freire? Mas o que Freire teria a ver com esses dilemas atuais e tantos outros desafios enfrentados por professores, entre os quais os ligados às possibilidades de aprender e de se comunicar de diferentes formas no contexto da cibercultura? Vamos seguir mais um pouquinho para tentar costurar esses pontos?

Leia mais Aprendizagem e cibercultura

Educación para la Comunicación

Prof. Oscar Lobo Oconitrillo, 2005

EducomunicacionDesde hace unos diez años se viene hablando en muchos círculos pastorales y pedagógicos de la “Educación para la Comunicación” (Educom)

Pero “Educom” es el resultado de muchas experiencias en América Latina, Europa, Asia y el África.

Se puede decir que la “Educación para la Comunicación” es un neologismo (nuevas palabras) Latinoamericano.

1- La Comunicación Social: La vida del hombre contemporáneo se ha visto afectada por la “nueva cultura” de la comunicación social. Se ha visto “afectada”, ya que el hombre y su vida social constantemente se ve en su intimidad y en su vida colectiva (Cf. Puebla 1065. AN 4).

“Es muy posible que nunca como ahora el hombre haya adquirido tan enorme cantidad de conocimientos; pero también es probable que nunca haya estado tan solo; que nunca haya estado más a la intemperie”

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Avances y desafíos en la Educomunicación en III COMLAC, 2007

16 Octubre 2007 16:00a18 Octubre 2007 18:00

 

EducomunicaciónUn taller que nos permitirá reconocer y descubrir los avances en este camino que tiene ya mas de 30 años.

La comunicación en la educación… Una serie de puntos de encuentro entre la comunicación y la educación que abren todo un mundo de posibilidades para ambas disciplinas.

¿Qué ha sucedido en las últimas décadas en este campo? ¿hemos avanzado o retrocedido? Participa ya!

Um projeto de intervenção educomunicativa permeado pela prática latino-americana

Por Ligia Cavalaro

Há tanta gente que não tem religião, mas tem compaixão, afetividade, consciência dos direitos dos outros. Por isso defendo uma terceira via de espiritualidade, através da educação. Não da meditação, nem da oração, mas da consciência humana.

Dalai Lama

practicar Em que caos vivemos, atualmente?

Caos! É essa a palavra correta?… Talvez sim, para muitas pessoas que se propõem a pensar sobre o mundo em que vivemos: grande quantidade de informação, tecnologias se renovando a cada minuto, a era da convergência, tudo rápido, a ficção científica ao alcance de nossos dedos… Quais as mudanças, comportamentos, desdobramentos culturais que já se estabeleceram, e quais estão por vir? É nesse primeiro exercício que as idéias nos levam a uma primeira sensação de caos.

Em um segundo momento, temos a sensação de que o conhecimento científico pode nos trazer alguma ordem para esse cenário. Logicamente não pretendemos discursar sobre os diversos campos científicos e os caminhos da humanidade, mas acreditamos que no campo das comunicações há uma compreensão particular para este novo mundo. E mais particularmente para o que nos interessa aqui: como a escola está enfrentando estas mudanças e como poderia realmente contribuir com ações que nos direcionassem para uma sociedade melhor?

Adilson Citelli, em seu livro Educação e mudanças: novos modos de conhecer , se propõe a pensar neste tema e nos revela como as novas tecnologias vêm marcando profundamente nossa sociedade, trazendo como características a redução do tempo de tráfego das ocorrências, rapidez e instantaneidade de informações; informações estas que possuem hoje alcance transterritorial e são marcadas pela abundância e imaterialidade.

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La educación para los medios

Bolívar Chiriboga

José Martínez-de-Toda y Terrero (1999, 32) elabora la siguiente definición de educación para los medios:

“Educación para los medios es un proceso que busca formar en el sujeto estas dimensiones educativas: alfabetizado mediáticamente, consciente, activo, crítico, social, y creativo, pero entendido según las teorías más recientes. Tal educación le permitirá participar más plenamente en la cultura popular contemporánea, tal como es presentada en los media masivos”

Educom La pretensión, según este autor, es que el sujeto pueda participar como co-creador y coautor de la cultura popular contemporánea. Para Martínez-de-Toda y Terrero cultura sería un “sistema de significados y valores compartidos que se expresan a través de símbolos” (1999: 32). En este contexto, la educación para los medios permitiría que los sujetos sepan aprovechar los elementos positivos y estar alertas frente a los elementos negativos de los medios.

Tal como consta en la definición de este autor (supra), él plantea la necesidad de considerar seis dimensiones en la educación para los medios y, a través de ellas, elabora una “teoría del sujeto como factor integrador de todas esas dimensiones” (1999:31). Según esta teoría, el sujeto, en diferentes días, edades y contextos sociales reacciona de manera distinta frente a los medios. Cada una de estas dimensiones permite, aproximarse a un conocimiento más profundo de la identidad, la subjetividad y la conciencia del sujeto.

Siguiendo a nuestro autor, vamos a realizar una breve descripción del sujeto considerado desde las seis dimensiones mencionadas. Así, la alfabetización mediática se hace necesaria para que el sujeto esté en capacidad de comprender íntegramente y de forma rápida lo que se le quiere comunicar. Adicionalmente, se necesita un sujeto consciente acerca de la manera en que funcionan los medios y sus procesos de producción, así como de sus intereses comerciales. De esta manera, podrá diferenciar y entender de mejor forma las razones por las que los medios presentan elementos antisociales como la violencia, prejuicios, etc…

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Aprendizaje Solidario desde la Comunicación hacia la Comunidad

Profesores. Jorge Colazo, Irma Sosa, Alfredo Panzolato)
Colegio Rio Cuarto, Argentina

Escuela El contexto y el universo con el que trabajamos los docentes latinoamericanos está caracterizado por un lado por alumnos provenientes de sectores de altos ingresos con acceso a altos niveles tecnológicos y posibilidades de vida asombrosas y por el otro, uno más numeroso, aquel donde provienen la mayoría de nuestros alumnos marcado por la desocupación, la falta de asistencia médica, ausencia de proyectos y en ambos un denominador común: el individuo de los mercados que se juzga a sí mismo con el patrón de los fantasmas promovidos por la norma dominante, cree que si él no puede alcanzar ese ideal, debe ser porque algo no funciona bien en su vida… En lugar de cuestionar las reglas del mercado, este individuo termina entonces por cuestionarse a sí mismo: es su culpa si no puede conseguir lo que desea o vivir de acuerdo con los modelos de éxito económico y social… Asume como una identidad personal lo que la sociedad hizo de él en tanto sujeto.

Este paradigma hizo entrar en crisis nuestro modelo educativo y como docentes en un periodo de transición con grandes cambios y nuevas demandas sociales las opciones eran pocas: o seguir con nuestras prácticas educativas desfasadas y con pocos éxitos o generar otras propuestas superadoras para enfrentar un universo y contexto distintos al que estábamos acostumbrados. Desde luego no estamos presentando una receta para mejorara el proceso de enseñanza-aprendizaje, sólo queremos compartir acciones educativas alternativas que hemos desarrollado con jóvenes argentinos que mucho tienen en común con el resto de los demás jóvenes latinoamericanos.

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