Con el objetivo de analizar el “Derecho a la comunicación en la nueva Constitución” la OCLACC , FLACSO-Ecuador, UTPL, Signis, Universidad Politécnica Salesiana, APC, ALER, WACC, ALAI, Radialistas, ACJ, Fundamedios, CEAFAX, CORAPE y el Foro Ecuatoriano de la Comunicación están organizando una gran Minga ecuatoriana de la comunicación que cuenta ya con la adhesión de universidades, organizaciones y redes de comunicación el 10 de diciembre.
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Como se comportam os jornais brasileiros frente ao tema das mudanças globais? Qual o impacto da educação ambiental no comportamento do brasileiro? Que estratégias de comunicação vem o governo adotando no tratamento dos conflitos que envolvem o meio ambiente? Os investimentos do setor privado têm compensado suas contribuições para a acirramento dos problemas ambientais? Que papel cabe, nesse contexto, às ONGs, ao Terceiro Setor e ao sistema formal de ensino? O que é “stress ecológico” e como as crianças e adolescentes se envolvem na luta pela preservação da natureza?
Estas e outras questões serão debatidas durante o VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação, previsto para ocorrer no espaço do SESC-Vila Mariana (Rua Pelotas, 141, São Paulo), em São Paulo, entre 28 e 30 de outubro, numa iniciativa do NCE – Núcleo de Comunicação e Educação da USP, do Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, do Canal Futura, do International Institute of Journalism and Communication, de Genebra, Suíça, e do SESC- Serviço Social do Comercio de São Paulo. O público esperado é de 700 pessoas de todo o país.
Está prevista a presença do próprio Ministro Carlos Minc na abertura do evento, assim como o a do Secretário do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, Eduardo Jorge Sobrinho, que acaba de encaminhar à Câmara Municipal um projeto de lei estabelecendo uma política de redução do nível de poluição na cidade. Também confirmou presença a recém-empossada Diretora do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Lúcia Anello, assim como Rachel Trajberg, coordenadora das Conferências Infanto-Juvenis de Meio Ambiente, uma iniciativa do MEC juntamente com estados e municípios. Entre os 54 especialistas que atuarão nas mesas e painéis, encontram-se a jornalista Lúcia Araújo, do Canal Futura; André Trigueiro, da Globo News, Marcelo Leite, da Folha de São Paulo; Mathew Shirts, da Revista National Geographic; Herton Escobar, do Jornal O Estado de São Paulo, Filomena Saleme, da Rádio Eldorado e Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás e professor da ECA-USP.
O evento contará, ainda, com Ismar de Oliveira Soares, da ECA/USP, pesquisador do conceito da educomunicação; Daniel Raviolo, sociólogo argentino e fundador da ONG Comunicação e Cultura, de Fortaleza, CE, responsável por projeto de jornal em 1.200 escolas, possibilitando um mapeamento dos problemas ecológicos do Nordeste elaborado por crianças e adolescentes da região, assim como Marcia Rolemberg, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, vinculada ao Projeto Nas Ondas do Ambiente, que o Ministro Carlos Minc pretende lançar para todo o país.
Mostras de documentários e atividades artísticas farão parte da programação, ao que se somará uma série de workshops voltados à produção de documentários para Tv e de programa de rádio em escolas, bem como à mobilização multimediática em torno dos temas ambientais, com a presença de especialistas como Leonardo Menezes, do Globo Ecologia; Francisco Costa, do Ministério do Meio Ambiente e do Prof. Carlos Lima, Presidente do Comitê Gestor da Lei Educom, em São Paulo.
O simpósio contará com a cobertura jornalística, por parte de um grupo de 100 adolescentes, com a assistência de 30 educomunicadores de organizações como o NCE/USP, o Canal Futura e o programa Nas Ondas do Rádio, da Prefeitura de São Paulo. As produções serão exibidas através da web-rádio e na programação do Canal Futura. Informações pelo telefone 5080 3142. Inscrições, com opções por atividades, pelo site www.sescsp.org.br.
En las últimas décadas el concepto de “Redes” se ha transformado en una alternativa práctica de organización, posibilitando procesos capaces de responder a las demandas de flexibilidad, conectividad y descentralización de las diversas esferas de actuación y articulación social.
Por ello, desde hace algunos años OCLACC ha venido discutiendo sobre las formas de organización en el quehacer de nuestrainstitución. Partiendo de una mirada compleja a una realidad que también lo es, entendemos necesario desarrollar estrategias que faciliten la incidencia y el trabajo en RED.
Las primeras redes que surgen desde OCLACC son la Red de Jóvenes Comunicadores (desarrollada principalmente por jóvenes periodistas) y la Red de Educomunicación (asentada en todo el trabajo del Plan Deni).
Posteriormente nacen otras redes a partir de algunos encuentros realizados en el año 2002; con formadores de Cine y Espiritualidad; y luego con Teólogos y Comunicadores. Creemos que el trabajo permanente, “enredado” y en coordinación con las redes nacionales nos permitirá tener mas movimiento, intercambio y trabajo en red para un plan acorde con las necesidades locales.
El proceso de consolidación de las Redes significa avanzar en producción, disponibilidad de informaciones y la ampliación del espectro de actores y beneficiarios reunidos a través de la red, para que los conocimientos producidos y apropiados puedan ir mas allá del entorno institucional ya establecido.
Estamos caminando en esa perspectiva. Hemos avanzado con grandes dificultades, pero también vemos muchos logros y perspectivas para consolidarnos como diversas redes de trabajo que fortalece la acción regional.
Los invitamos a participar de las REDES de: Cine, Jóvenes, Educomunicación, Teología y Radioevangelización.
Un abrazo fraterno
Mary Ann Lynch
Coordinadora de Redes, OCLACC
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